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O QUE SÃO PRIMEIROS SOCORROS?

A importância das técnicas de primeiros socorros. O que são Primeiros Socorros? Por que aprender as técnicas de Primeiro Socorros?
As pessoas se expõem diariamente a uma série de fatores que podem causar acidentes, podendo acontecer em qualquer local. A casa é um dos ambientes onde costuma acontecer acidentes, principalmente com crianças e idosos. Os acidentes também são comuns nos ambientes de trabalho, principalmente nas indústrias, e no trânsito. Em 2000, cerca de 50 mil pessoas morreram vítimas de acidentes no trânsito brasileiro. A melhor forma de evitar esses problemas é prevenindo-os. Caso você se depare com acidentes, o ideal é conhecer técnicas básicas de ajuda.
O que são Primeiros Socorros?Primeiros Socorros são um conjunto de procedimentos de emergência que devem ser aplicados a uma pessoa em perigo de vida. Esse primeiro atendimento tem o objetivo de manter os sinais vitais da vítima e evitar o agravamento de seu estado até que receba assistência especializada.
Por que aprender as técnicas de Primeiros Socorros?Para poder ajudar as vítimas de acidentes, é preciso prestar socorro de forma correta e eficaz. Para isso, é preciso conhecer as técnicas de Primeiros Socorros. Muitas pessoas acham que não terão capacidade e calma para prestar um atendimento de emergência. Todos deveriam aprender essas técnicas, pois a qualquer momento elas podem ser necessárias.

ESQUELETO HUMANO.

ESQUELETO HUMANO.
O corpo humano é composto por 206 ossos, eles são responsáveis por cerca de 14% do peso corporal e são tecidos muito ativos do organismo. Ele é constituído de uma mistura de água, colágeno e minerais formando a base do corpo humano. Os ossos são uma espécie de “banco de cálcio” e sempre que houver a necessidade do elemento cálcio para equilibrar as reações químicas do organismo, será retirado do osso.

DIABETES.

O diabetes é uma enfermidade que provoca o aumento da quantidade de açúcar (glicose) no sangue por falta absoluta ou relativa de insulina. Transformamos grande parte dos alimentos que ingerimos em glicose. Essa glicose é transportada no sangue até as células, onde será usada como fonte de energia. Para facilitar esse transporte, nosso corpo produz uma substância chamada insulina. Quando se tem diabetes, o corpo não produz insulina ou não produz o suficiente, ou ainda a insulina produzida não funciona adequadamente. Daí o aumento da quantidade de glicose no sangue. Sem a insulina ou com o funcionamento inadequado dela, a glicose vai-se acumulando no sangue e é eliminada na urina.
Os sintomas do diabetes são cansaço, perda de peso, sede, necessidade freqüente de urinar e visão turva. Com o tempo, podem surgir sérios problemas nos olhos levando até à cegueira, nos nervos, no coração, nos pés, nas artérias e nas veias.
Diabetes do Tipo I (diabetes mellitus insulinodependente): A falta de insulina ou sua produção insuficiente pelo corpo obriga a pessoa a aplicar insulina. Ocorre com mais freqüência em jovens.
Diabetes do Tipo II (não insulinodependente): É o caso de pessoas que produzem insulina, que não funciona de forma adequada. Atinge mais os adultos, pessoas com antecedentes familiares de diabetes ou com excesso de peso.
Alimentação adequada, exercícios físicos, controle de peso e, em alguns casos, medicamentos, sejam comprimidos ou insulina, ajudam no controle desse tipo de diabetes.
Os testes mais comuns são:
Colocar uma gota de sangue em um medidor especial;
Teste da urina, usando uma fita especial que, em contato com a urina, acusa a presença de glicose ou cetonas. A presença de cetonas na urina pode significar que o nível de glicose no sangue está descontrolado;
Exame de sangue chamado HbA1C, que mostra o nível médio de controle da glicose sangüínea (glicemia) nos últimos 2 ou 3 meses. É um exame importante para o controle durante o tratamento do diabetes.
De qualquer forma, a indicação sobre o teste mais apropriado deve ser feita pelo médico.
Hipoglicemia:A insulina ou comprimidos, ao mesmo tempo em que ajudam a controlar o diabetes, podem baixar o nível de glicose no sangue, especialmente durante ou depois da prática de exercícios físicos. (Outros fatores que podem levar a esse quadro são a alimentação insuficiente ou o uso de medicamentos em excesso).
Sintomas de baixo nível de glicose no sangue:
Os sintomas são tremor, tontura, irritabilidade, sudorese e cansaço. Na presença de alguns desses sintomas deve-se comer ou beber imediatamente algum alimento doce. Importante: procurar sempre a melhor orientação com o médico, sobre como evitar tais situações devido à hipoglicemia.

FONTE: www.diabetesnoscuidamos.com.br

PEÇONHAS.

ACIDENTES COM ANIMAIS PEÇONHENTOS.
O que são Animais Peçonhentos?

Animais peçonhentos são aqueles que possuem glândulas de veneno que se comunicam com dentes ocos, ou ferrões, ou aguilhões, por onde o veneno passa ativamente. Portanto, peçonhentos são os animais que injetam veneno com facilidade e de maneira ativa. Ex.: Serpentes, Aranhas, Escorpiões, Lacraias, Abelhas, Vespas, Marimbondos e Arraias.Já os animais venenosos são aqueles que produzem veneno, mas não possuem um aparelho inoculador (dentes, ferrões), provocando envenenamento passivo por contato (lonomia ou taturana), por compressão (sapo) ou por ingestão (peixe baiacu).Fonte: SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO PARANÁ. Centro de Epidemiologia do Paraná. Centro de Informações Toxicológicas de Curitiba. Prevenção de Acidentes com Animais Peçonhentos. Cartilha. Curitiba, 1997.
Primeiros Socorros1:
1.Lave o local da picada de preferência com água e sabão.
2. Mantenha a vítima deitada. Evite que ela se movimente para não favorecer a absorção do veneno.
3. Se a picada for na perna ou no braço, mantenha-os em posição mais elevada.
4. Não faça torniquete. Impedindo a circulação do sangue, você pode causar gangrena ou necrose.
5. Não fure, não corte, não queime, não esprema, não faça sucção no local da ferida e nem aplique folhas, pó de café ou terra sobre ela para não provocar infecção.
6. Não dê a vítima pinga, querosene, ou fumo, como é costume em algumas regiões do país.
7. Leve a vítima imediatamente ao serviço de saúde mais próximo, para que possa receber o soro em tempo.
8. Leve, se possível, o animal agressor, mesmo morto, para facilitar o diagnóstico.
9. Lembre-se: nenhum remédio caseiro substitui o soro antipeçonhento.
ATENÇÃO! Em qualquer caso de acidente com animal peçonhento, o paciente deve ser medicado nas primeiras horas após o acidente.O soro antiveneno é o único tratamento eficaz.
FONTE: Rosany Bochner

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CUIDADOS COM OS MEDICAMENTOS.


Veja abaixo alguns cuidados que devem ser tomados com os medicamentos:
Verifique sempre o prazo de validade dos medicamentos antes de usá-los;
Não use medicamentos com embalagens estragadas, sem rótulo e sem bula;
Não utilize a mesma receita médica mais de uma vez, pois o medicamento usado antigamente, pode
não fazer bem hoje;
Não compre medicamentos que forem indicados pelos vizinhos ou amigos, sem antes consultar o seu médico;
Não misture medicamentos sem a devida orientação;
Ao comprar um medicamento solicite
informações sobre possíveis reações adversas;
Se sentir algum sintoma diferente ao tomar o medicamento, procure o médico ou farmacêutico; Bebês, mulheres grávidas ou que estão amamentando nunca devem tomar medicamentos sem receitas médicas.

Fonte: Conselho Regional de Farmácia do Paraná

PREVINA-SE DOS ACIDENTES DOMÉSTICOS COM CRIANÇAS.


Crianças, sejam elas levadas ou não, sempre se envolvem em acidentes.
São episódios que variam desde simples arranhões e batidas em cantos de mesa a choques elétricos ou queimaduras de terceiro grau causadas por panelas no fogão.
As chamadas lesões não intencionais (acidentes de carro e domésticos, afogamentos são alguns dos exemplos) resultam em cerca de 7 mil mortes e mais de 140 mil admissões hospitalares em grupos de crianças com menos de 14 anos.
De acordo com a ONG
Criança Segura, que trabalha na prevenção desses acidentes, estima-se que pelo menos 90% dessas lesões podem ser prevenidas através da combinação de educação, modificações no meio ambiente, modificações de engenharia e com a criação e cumprimento de legislação e regulamentação específicas.
No caso específico dos acidentes domésticos, medidas preventivas na organização da casa, disposição dos móveis e utensílios estão entre os cuidados que podem evitar que os pequenos se envolvam em problemas.

GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA.

A gravidez precoce está se tornando cada vez mais comum na sociedade contemporânea, pois os adolescentes estão iniciando a vida sexual mais cedo. A gravidez na adolescência envolve muito mais do que problemas físicos, pois há também problemas emocionais, sociais, entre outros. Uma jovem de 14 anos, por exemplo, não está preparada para cuidar de um bebê, muito menos de uma família. Com isso, entramos em outra polêmica, o de mães solteiras, por serem muito jovens os rapazes e as moças não assumem um compromisso sério e na maioria dos casos quando surge a gravidez um dos dois abandona a relação sem se importar com as conseqüências. Por isso o número de mães jovens e solteiras vem crescendo consideravelmente. É muito importante que haja diálogo entre os pais, os professores e os próprios adolescentes, como forma de esclarecimento e informação.
Mas o que acontece é que muitos pais acham constrangedor ter um diálogo aberto com seus filhos, essa falta de diálogo gera jovens mal instruídos que iniciam a vida sexual sem o mínimo de conhecimento. Alguns especialistas afirmam que quando o jovem tem um bom diálogo com os pais, quando a
escola promove explicações sobre como se prevenir, o tempo certo em que o corpo está pronto para ter relações e gerar um filho, há uma baixa probabilidade de gravidez precoce e um pequeno índice de doenças sexualmente transmissíveis. O prazer momentâneo que os jovens sentem durante a relação sexual transforma-se em uma situação desconfortável quando descobrem a gravidez.
É importante que quando diagnosticada a gravidez a adolescente comece o pré-natal, receba o apoio da família, em especial dos pais, tenha auxílio de um profissional da área de psicologia para trabalhar o emocional dessa adolescente. Dessa forma, ela terá uma gravidez tranqüila, terá perspectivas mais positivas em relação a ser mãe, pois muitas entram em depressão por achar que a gravidez significa o fim de sua vida e de sua liberdade.

sexta-feira, 21 de março de 2008

O QUE É TRAUMATISMO CRÂNIO ENCEFÁLICO?



O traumatismo craniano-cerebral ou traumatismo craniencefálico (TCE) constitui-se na principal causa de óbitos e sequelas em pacientes multitraumatizados. Os acidentes automobilísticos são responsáveis por metade dos casos deste problema, sendo que em 72% dos acidentes está associado o consumo de bebidas alcóolicas, relacionado quase sempre à imprudência do motorista e ao excesso de velocidade. Outras causas de traumatismo craniencefálico são quedas (21%), particularmente em crianças e idosos, assaltos e agressões (12%) e causas relacionadas a esportes e recreação (10%).
Após o impacto, o traumatismo craniencefálico pode ser classificado em três categorias: leve, moderado e grave. No grau leve o paciente pode apresentar-se consciente, sem quaisquer sinais ou sintomas, ou confuso e levemente sonolento, porém despertando após estímulos apropriados. Nos casos graves a vítima do traumatismo apresenta-se em coma, sem abertura ocular. Os casos intermediários são classificados como moderados.
Apesar da alta incidência de traumatismo craniano, felizmente, a grande maioria (50 a 75%) são considerados leves, não apresentando o paciente qualquer sinal ou sintoma de lesão neurológica, de fratura de osso craniano ou do próprio cérebro.
É de relevância o trabalho educativo de prevenção para diminuir o número de traumatismos cranianos e espinhais, que vão desde a orientação das crianças pelos seus pais - para evitar acidentes domésticos, à conscientização da importância da obediência as Leis de Trânsito em vigor no país ( o uso correto do cinto de segurança reduz em 40 a 60% a ocorrência de traumatismo craniano, assim como do número de mortes; o uso da capacete reduz em 30% os índices de mortaliadade após acidente de motocicleta), até a diminuição radical do uso de armas de fogo.
TCE e Neuropsicologia
Os indivíduos que sofrem TCE podem apresentar alterações físicas, cognitivas e de comportamento. O paciente pode evoluir para um quadro de epilepsia pós-traumática, em função das lesões estruturais. A avaliação neuropsicológica e os exames de imagem são instrumentos importantes na investigação mais detalhada do quadro e acompanhamento evolutivo.
Os TCEs podem ocasionar diferentes padrões de prejuízo, dependendo de dois critérios: gravidade (leve, moderado ou severo) e ao tipo de lesão (difusa ou focal). Lesões difusas podem acarretar ao paciente lentidão de pensamento e do processamento de informações, dificuldades de atenção, fadigabilidade e, se associadas ao TCE grave podem acarretar alterações de linguagem e visuais-espaciais.

Um comentário:

ciana disse...

oieee...só passando pra te desejar uma ótima tarde e pra dizer que tenho visitado seu blog....
bjs tio